E OS VENCEDORES SÃO…

MELHOR FILME NA CATEGORIA DE DOCUMENTÁRIO

 

Moriyama-San, de Ila Bêka and Louise Lemoine.

Declaração do júri: Um filme que combina magistralmente imagem, som e narrativa numa história convincente sobre um personagem único e sua relação com a sua casa e música. Reflete uma certa intimidade, como a discrição de um antropólogo que entra no quotidiano da arquitetura e dos seus habitantes.

 

 

MELHOR FILME NA CATEGORIA DE FICÇÃO

 

The Hyms of Muscovy, de Dimitri Venkov

Declaração do júri: Um filme hipnótico, caleidoscópico, desconcertante e surpreendente, que consegue transformar a realidade em ficção apenas pela inversão do eixo vertical.

 

 

MENÇÃO HONROSA

 

Pop Aye, de Kirsten Tan
Declaração do júri: Uma fábula pungente e bela de um arquiteto e o seu velho elefante que, na iminência da destruição de um dos edifícios que projectou, é uma metáfora para o contraste entre o passado e o presente, entre o rural e o urbano.

MELHOR FILME NA CATEGORIA DE EXPERIMENTAL

 

Forensic, de Chris de Krijger

Declaração do júri: Pela sua intensa experiência de espaço no interior de um edifício através de uma cinematografia tecnicamente impressionante e de uma escolha de som direccionada.

 

 

MENÇÃO HONROSA

 

A Virgem Eterna, de Jorge Suárez-Quiñones Rivas

Declaração do júri: Pela sua representação subtil do espaço interior como um palco, editando somente material de arquivo.

 

PRÉMIO NOVOS TALENTOS

 

A Spa Arquitecture of Zawodzie, de Ewa Trzcionka

Declaração do júri: Um filme com maturidade que ilumina e informa sobre um espaço, o seu ambiente construído, história, processos e poética.

 

PRÉMIO DO PÚBLICO

 

Jaar: The Lament of the Images, de Paula Rodriguez Sickert

 

 

 

 

 

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MELHOR FILME NA CATEGORIA DE DOCUMENTÁRIO

 

Moriyama-San, de Ila Bêka and Louise Lemoine.

Declaração do júri: Um filme que combina magistralmente imagem, som e narrativa numa história convincente sobre um personagem único e sua relação com a sua casa e música. Reflete uma certa intimidade, como a discrição de um antropólogo que entra no quotidiano da arquitetura e dos seus habitantes.

 

 

MELHOR FILME NA CATEGORIA DE FICÇÃO

 

The Hyms of Muscovy, de Dimitri Venkov

Declaração do júri: Um filme hipnótico, caleidoscópico, desconcertante e surpreendente, que consegue transformar a realidade em ficção apenas pela inversão do eixo vertical.

 

 

MENÇÃO HONROSA

 

Pop Aye, de Kirsten Tan
Declaração do júri: Uma fábula pungente e bela de um arquiteto e o seu velho elefante que, na iminência da destruição de um dos edifícios que projectou, é uma metáfora para o contraste entre o passado e o presente, entre o rural e o urbano.

MELHOR FILME NA CATEGORIA DE EXPERIMENTAL

 

Forensic, de Chris de Krijger

Declaração do júri: Pela sua intensa experiência de espaço no interior de um edifício através de uma cinematografia tecnicamente impressionante e de uma escolha de som direccionada.

 

 

MENÇÃO HONROSA

 

A Virgem Eterna, de Jorge Suárez-Quiñones Rivas

Declaração do júri: Pela sua representação subtil do espaço interior como um palco, editando somente material de arquivo.

 

PRÉMIO NOVOS TALENTOS

 

A Spa Arquitecture of Zawodzie, de Ewa Trzcionka

Declaração do júri: Um filme com maturidade que ilumina e informa sobre um espaço, o seu ambiente construído, história, processos e poética.

 

PRÉMIO DO PÚBLICO

 

Jaar: The Lament of the Images, de Paula Rodriguez Sickert