2014 Arquiteturas Film Festival

The Cinecity Architectural Film Project

Cinecity

Francis Matthews, Amy Czarkowski, Ted Sonnenschein, Amy Lunn, Diogo Morato, Eleanor Suess, Edward Couper And Allie Piehn,Vernon Cheung,Amanda Morgan, Namfon Udomlertlak, Susanne Chan, Alien Oosting,Situ Studi, Austrália (2014) 35′ EE

Num evento paralelo da Conferência Nacional do Instituto de Arquitetos Australianos, em 2014, o Cinecity Architectural Film Project convidou à submissão de filmes locais e internacionais com 60 segundos em filmagem contínua. Estes são filmes de arquitetura que exploram o tema dos diretores da conferência: FAZER. Este tema explora ideias sobre como fazer arquitetura, que vai para além das abordagens sobre a prática tradicional, desafiando as relações entre arquitetura e a cultura, a economia, o social e o político. Os subtemas da conferência são: fazer cultura: processar, fazer a vida: transformar, fazer conexões: envolver e criar impacto: agir.

Sarah Breen Lovett & Louise Mackenzie
Curadoras do Cinecity
www.thecinecityproject.com

Atenção: Isto Pode Ser Um Poema 

atençaoÁureo Rosa e Luis H. Girarde, Brasil (2014) ’50’ EM

O filme busca mostrar, por meio de releituras, como uma intervenção em espaço público pode dar uma nova poética à cidade.

ordinance 

ordinance_still_9Anuk Miladinović, Alemanha/Sérvia (2014)  6′  EP

Sete homens descem buracos específicos no chão de uma cripta, de modo que a arquitetura os todos ao mesmo nível. A individualidade é igualada pela simetria da arquitetura. Antes, eram sete homens de fato, a caminho do trabalho, e agora estão afundados num plano maior. Duas mulheres estão perante o precipício de uma ponte que desaparece no centro da imagem, mantendo um olhar, à espera. Através da imagem, comboios expresso combinam os cenários e espaço de observação do artista.accessaccess

Qual é o teu Espaço Favorito

Qual_e_o_teu_ESPAÇO FAVORITO 01Sara Monica Cruz Nunes, Portugal (2014) 15′

Para celebrar o Ano da Arquitetura Portuguesa, a Building Pictures, lançou um Call for Entries, convidando arquitetos, estudantes de arquitetura, paisagistas, antropólogos, artistas, designers, realizadores, produtores, criativos a documentarem a  arquitetura portuguesa, a filmarem e partilharem a sua perceção e vivência nos espaços cobertos de memórias, os espaços  inspiradores, os espaços do seu dia-a-dia… os seus espaços favoritos! Ao desafio responderam 31 vídeos, tendo sido  selecionados 24 que foram editados para este documentário experimental sobre a Arquitetura Portuguesa: Qual é o teu Espaço  Favorito?

access 

Screen Shot 2014-08-27 at 1.16.00 PM

Anuk Miladinović, Alemanha/Sérvia (2012) 9′ EP

Sete homens à espera de um elevador. Uma mulher a limpar. Um adolescente e um homem a viajar no metro. Um homem mais velho vai buscar o homem à estação de metro. Espaços mudam e entrelaçam-se. A porta do elevador abre-se e fecha.

Mies En Scene

Joao Ó, Macau S.A.R. (2013) 26′

Este filme, intitulado Mies-en-scène, é inspirado pela multiplicidade de leituras – incluindo a minha própria. Primeiro, elas foram traduzidas para uma sequência de imagens em movimento. De seguida, estas imagens em movimento foram implantados no filme por um processo de associações delirantes. Posteriormente,  tornaram-se variáveis estratégicas dentro de uma linha cronológica, ativando um diálogo com a história. Resumindo, o quadro cinematográfico reitera uma interpretação contemporânea de uma estrutura, hoje chamada  “Pavilhão de Barcelona”.

Niagara’s Fury 

Niagara's Fury Pic2 (2MB)Benjamin R. Taylor, Canadá (2013) 23′ EP

Niagara’s Fury é um documentário fotográfico que explora a cidade que cresceu à volta das cascatas mais famosas do mundo. Uma série de intrincadas composições examinam monumentos estranhamente vazios para o turismo, entretenimento e consumo. O filme pondera sobre a confusão e o absurdo de ícones da humanidade e sobre o porquê das quedas de água poderem ser tão furiosas.

Pepper’s Ghost 

pepper_ghostStephen Broomer, Canadá (2013) 18’31” EP

Como podemos ver numa câmara coisas que não são! Aqui, as mutações de luz, através de tecido, vidro e gel colorido, tornam os corpos e os objetos transparentes. Haja uma câmara na qual nenhuma outra luz entre, a não ser pela porta ou pela janela. Deixem as fotografias serem colocadas contra a janela. Pois o que está sem, parecerá que está dentro, e que está atrás do espectador, vai parecer-lhe que está no meio da sala, tão longe do vidro para o interior como estão dele para fora. Clara e certamente, ele vai pensar que não vê nada além da verdade.

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